E o prémio Perda de Tempo vai para…
A “arte” não deixa de me surpreender.
(…Aliás, se calhar é mesmo essa uma das suas eternas características.)
Por exemplo, deslumbra-me como uma civilização ocidental cria pérolas como o “Rapazes Nus a Cantar”, que anda agora pelo Casino do Estoril – a 20euros o bilhete.
Nunca um “produto artístico” foi produzido [...]










